Histórias Odisseyers: Eliane Mattos

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Este mês, queremos homenagear a Odisseyer Eliane Mattos, uma querida amiga que nos deixou.

Recebê-la no Odisseia foi uma grande honra.
Afinal, há anos ela cuidava de nós, no seu sacro ofício de alinhar energia e corpo a serviço da sanidade somática, da saúde mais ampla.

Ela nos buscou por curiosidade, vontade de crescer e por ser uma grande incentivadora de nosso trabalho.
Saiu encantada e satisfeita, o que  para nós foi muito especial. Afinal, Eliane já havia feito várias formações e trabalhos de autoconhecimento com grandes especialistas do corpo e da alma.

Eliane soube ser herói da própria história de uma forma única.
Encontrou um trabalho difícil de descrever, pois o poder de sua prática não cabia em títulos curtos como “fisioterapeuta” ou”terapeuta corporal”.
Tampouco seria cabível apenas ressaltar seus “poderes mágicos”. Pois havia decerto algo inexplicável e de ordem superior na sua forma de cuidar; mas também havia muito estudo e ciência, além de uma dedicação ao contínuo autodesenvolvimento.

Eliane gostava muito das coisas belas, refletidas na sua paixão pelas artes plásticas e no seu bom gosto no vestir e decorar.

Mas sua grande paixão era a saúde de seus pacientes, saúde que protegia com suas mãos e também inestimáveis conselhos e alertas.

Representou bem nossa crença de que  uma mesma habilidade serve a muitos propósitos. Suas mãos serviam na cura, mas também para fazer lindos arranjos de flores.

Era curadora em muitos sentidos. Certamente o de restaurar o corpo de dores e cansaço, mas também em oferecer sugestões de onde deveríamos focar nosso desenvolvimento espiritual e profissional.

Todos os dias utilizamos algum aprendizado compartilhado por ela a partir de seu amplo repertório de técnicas e saberes.

Da Jornada Odisseia, levou muita inspiração. Uma delas, singela, foi a de enfrentar seu medo de tecnologia. Vinha tendo aulas com um professor para dominar os e-mails e mídias sociais.

Eliane partiu em dois de novembro, Dia dos Mortos.
Jamais a esqueceremos.
Seu legado está vivo no Odisseia, na sua sabedoria generosa, que compartilhamos com gratidão.

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